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Mostrando postagens de maio, 2024

O Guarani - José de Alencar

  "O Guarani" é uma das obras mais importantes da literatura brasileira, escrita por José de Alencar em 1857. Aqui estão alguns dos principais trechos que capturam a essência deste romance: 1.      Descrição da Natureza Brasileira: "Às margens do Ipiranga, que o Sol da Liberdade..." Esta famosa passagem descreve a beleza da natureza brasileira, evocando o cenário onde ocorre parte da história. 2.      O Amor Proibido: "Peri, Peri, herói dos nossos dias! Cavaleiro sem medo e sem mácula!" Este trecho destaca a admiração e o amor de Cecília, a protagonista, por Peri, o herói indígena da história. O romance entre eles é um tema central do livro. 3.      Conflito entre Culturas: "Nunca soube que fôssemos capazes de amar tanto!" Este diálogo entre Cecília e seu pai reflete o conflito entre as culturas indígena e europeia no contexto da colonização do Brasil. 4.      Reflexões sobre...

Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis

"Memórias Póstumas de Brás Cubas" é uma obra-prima da literatura brasileira escrita por Machado de Assis. Publicado pela primeira vez em 1881, o livro é considerado um marco do Realismo no Brasil. Aqui está um resumo do enredo e dos temas principais: Enredo: O livro é narrado por Brás Cubas, um defunto autor. A narrativa começa após sua morte, quando ele decide contar a história de sua vida de uma perspectiva póstuma. Através de uma série de memórias fragmentadas e não lineares, Brás Cubas relata sua infância, sua vida adulta e suas reflexões sobre a sociedade brasileira da época. Ironia e Crítica Social: Machado de Assis utiliza uma narrativa irônica e sarcástica para criticar diversos aspectos da sociedade brasileira do século XIX, como a hipocrisia, a moralidade convencional, o sistema político e a estratificação social. Brás Cubas, como narrador, muitas vezes reflete sobre suas próprias falhas e as da sociedade à sua volta. Inovações Narrativas: O livro é conhecido por su...

A Velhice - Olavo Bilac

   A velhice O neto: Vovó, por que não tem dentes? Por que anda rezando só. E treme, como os doentes Quando têm febre, vovó? Por que é branco o seu cabelo? Por que se apoia a um bordão? Vovó, porque, como o gelo, É tão fria a sua mão? Por que é tão triste o seu rosto? Tão trêmula a sua voz? Vovó, qual é seu desgosto? Por que não ri como nós? A Avó: Meu neto, que és meu encanto, Tu acabas de nascer… E eu, tenho vivido tanto Que estou farta de viver! Os anos, que vão passando, Vão nos matando sem dó: Só tu consegues, falando, Dar-me alegria, tu só! O teu sorriso, criança, Cai sobre os martírios meus, Como um clarão de esperança, Como uma benção de Deus!